quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Tinha quer ser um Nacional

Não é do meu feitio elogiar os estrangeiros

Mas assistindo ontem a final da Libertadores da América me deparei com uma das mais belas provas de amor e lealdade à pátria.

O belíssimo time do Club Deportivo Guadalajara, mais conhecido como Chivas, além de ser uma das principais forças futebolísticas de seu país, o México, detém em seu estatuto uma peculiaridade belíssima, que me influenciou escrever este texto.

Em seu estatuto diz não ser permitido haver jogadores estrangeiros em seu elenco.

Uma atitude que valoriza o patrimônio nacional. Que só visa a valorizar ainda mais o povo mexicano.

Memorável.

Fico feliz pela supremacia do futebol brasileiro no continente americano.

Mas ao mesmo tempo triste por ver um clube que nada tem a ver com nossa amada pátria vencer a maior competição continental.

Um clube com as cores vermelhas.

Essa cor me remete a balbúrdia, confusão.

Não me trás boas recordações

Ainda mais um time que atende pela alcunha de Internacional

Como assim? Se o melhor está aqui dentro.

Deveria se chamar Nacional e vestir as cores de nossa linda flâmula.

O maravilhoso estandarte brasileiro.

Parabéns ao Guadalajara, que possa vir nos visitar mais vezes e quem sabe influenciar nossas equipes. O Brasil só tem a melhor com isso.

Amor à pátria, à moral e aos bons costumes. Viva a nação brasileira.

por Humberto de Alencar Castelo Branco

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